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Programa 4:

COMUNICAÇÃO PARA A COMUNHÃO

E MISSÃO

Projeto 4.1

COMUNICAÇÃO NA COMUNIDADE COM OLHAR MISSIONÁRIO

Objetivo específico:

Promover uma renovação da Comunidade através de uma evangelização efetiva pelos meios de comunicação visando melhorar a comunicação entre os agentes de pastoral, coordenadores, ECPP, os funcionários, o padre, divulgando os diversos serviços prestados na paróquia e mantendo os fiéis "informados" dos acontecimentos da Comunidade, bem como divulgando o Evangelho a todos que queiram conhecê-lo.


O QUE

COMO

Criação de site e jornal

Estruturar o site e o jornal da paróquia (com periodicidade definida)

Informatização das secretarias

Com uso da Internet e computadores

"Carômetro"

Painel das pastorais e seus agentes para identificação de todos colocada na secretaria pastoral.

Folders e Cartazes

Para divulgação dos eventos da paróquia.

Oficializar o Office-Microsoft (cf. convênio) e incentivar o uso do Linux

Aquisição do programa encarregando o TI de fazer as atualizações.

Painel de informações gerais da vida da Comunidade, com horários das missas e funcionamento da secretaria, entre outros.

Montar um painel com informações em local de fácil acesso por todos.

Padronização dos comunicados das pastorais para os pais, catequizandos, noivos etc.

Usar modelo de layout comum a todos as serviços, mudando somente o conteúdo.

Padronizar convites, cartas, avisos aos pais, etc.

Contratação de profissionais ligados as comunicações (jornalista e TI) para estruturar, implementar e manter o site e jornal.

Com recursos da paróquia, para trabalhar junto a PASCOM.


Criação código de ética e conduta para as publicações.

Estudos a respeito da ética nos meios de comunicações para estabelecer as nossas regras.

Acervo da memória da Paróquia

Organizar materiais elaborados nas pastorais, documentos da Igreja, cursos, fotos dos eventos.

Reuniões

Reuniões com o Padre e coordenadores de pastorais para encaminhamentos, com a presença da sacristã e secretárias.

Ata das reuniões

Digitalizar e disponibilizar as atas para facilitar o acesso.

Revalorizar os Conselhos como espaço de unidade, comunhão, participação, deliberação, possibilitando uma comunicação mais efetiva.

Retomar o papel e o lugar dos Conselhos Pastorais na ação evangelizadora; programar as reuniões dos Conselhos sistematicamente durante o ano.

Atenção especial aos jovens e adolescentes

Espaço no site e jornal para se expressarem, usando no site e jornal linguagem acessível a esta faixa etária. Manter os blogs já existentes (Cateclicar e Rota JC) com link no site.

Integração dos calendários das pastorais

Constar no calendário os eventos integrados para que cada pastoral se organize para participar dos mesmos, não como “ajuda”, mas sim como co-autor e parceiro nas ações evangelizadoras.

Divulgação de eventos culturais, esportivos e celebrativos.

Através do jornal, site, cartazes e folders.

Mural de divulgação das atividades realizadas.

Exposição de fotografias com textos explicativos do evento que elas registram, incluindo os créditos das fotos.

Busca de Patrocínios.

Para manutenção do site e do jornal junto aos comerciantes do bairro e fiéis.

Participação efetiva do pároco.

Contribuindo com artigos e reflexões, homilias para divulgação sistemática no site e jornal.

Organizar a "PASCOM" para dinamizar, alimentar e orientar todo o processo de comunicação da Comunidade, interna e externamente, em sintonia com a PASCOM da Arquidiocese.

Motivar, convidar e organizar um grupo de pessoas da Comunidade que queiram assumir a PASCOM.



QUEM

Grupo de pessoas que se propõem a participar da PASCOM (secretaria pastoral), padre como assessor e mediador das propostas de comunicação, todos os agentes das pastorais, jornalista e TI contratados.


COM QUE

- recursos materiais: computadores com leitor de DVD, Internet, mural, máquina fotográfica digital, impressora, armário p/ organizar material da pastoral, tela de projeção fixa nas salas, caixas de som nas salas, livros ata, painel de horários das missas.

- verba para revelação de fotos, impressão do jornal, folders, cartazes, cota de Xerox.

- patrocínio de comerciantes do bairro e dos fiéis.

- roteador e wireless – aquisição do Office

ONDE

Mural para divulgação de eventos – hall de entrada da paróquia e salão paroquial - Carômetro – secretaria pastoral

QUANDO

Organização da PASCOM e criação do site da paróquia em 2010.

RESPONSÁVEL PELO PROJETO

ECPP




Eixo: IGREJA DO SERVIÇO SOLIDÁRIO

1.  A caridade na verdade, que Jesus Cristo testemunhou com a sua vida terrena e sobretudo com a sua morte e ressurreição, é a força propulsora principal para o verdadeiro desenvolvimento de cada pessoa e da humanidade inteira. O amor — « caritas » — é uma força extraordinária, que impele as pessoas a comprometerem-se, com coragem e generosidade, no campo da justiça e da paz. É uma força que tem a sua origem em Deus, Amor eterno e Verdade absoluta. Cada um encontra o bem próprio, aderindo ao projeto que Deus tem para ele a fim de o realizar plenamente: com efeito, é em tal projeto que encontra a verdade sobre si mesmo e, aderindo a ela, torna-se livre (cf. Jo 8, 22). Por isso, defender a verdade, propô-la com humildade e convicção e testemunhá-la na vida são formas exigentes e imprescindíveis de caridade. Esta, de fato, « rejubila com a verdade » (1 Cor 13, 6). Todos os homens sentem o impulso interior para amar de maneira autêntica: amor e verdade nunca desaparecem de todo neles, porque são a vocação colocada por Deus no coração e na mente de cada homem. Jesus Cristo purifica e liberta das nossas carências humanas a busca do amor e da verdade e desvenda-nos, em plenitude, a iniciativa de amor e o projeto de vida verdadeira que Deus preparou para nós. Em Cristo, a caridade na verdade torna-se o Rosto da sua Pessoa, uma vocação a nós dirigida para amarmos os nossos irmãos na verdade do seu projeto. De fato, Ele mesmo é a Verdade (cf. Jo 14, 6).
2. A caridade é a via mestra da doutrina social da Igreja. As diversas responsabilidades e compromissos por ela delineados derivam da caridade, que é — como ensinou Jesus — a síntese de toda a Lei (cf. Mt 22, 36-40). A caridade dá verdadeira substância à relação pessoal com Deus e com o próximo; é o princípio não só das micro-relações estabelecidas entre amigos, na família, no pequeno grupo, mas também das macro-relações como relacionamentos sociais, econômicos, políticos. Para a Igreja — instruída pelo Evangelho —, a caridade é tudo porque, como ensina S. João (cf. 1 Jo 4, 8.16) e como recordei na minha primeira carta encíclica, « Deus é caridade » (Deus caritas est): da caridade de Deus tudo provém, por ela tudo toma forma, para ela tudo tende. A caridade é o dom maior que Deus concedeu aos homens; é sua promessa e nossa esperança.
Estou ciente dos desvios e esvaziamento de sentido que a caridade não cessa de enfrentar com o risco, daí resultante, de ser mal entendida, de excluí-la da vida ética e, em todo o caso, de impedir a sua correta valorização. Nos âmbitos social, jurídico, cultural, político e econômico, ou seja, nos contextos mais expostos a tal perigo, não é difícil ouvir declarar a sua irrelevância para interpretar e orientar as responsabilidades morais. Daqui a necessidade de conjugar a caridade com a verdade, não só na direção assinalada por S. Paulo da « veritas in caritate » (Ef 4, 15), mas também na direção inversa e complementar da « caritas in veritate ». A verdade há de ser procurada, encontrada e expressa na « economia » da caridade, mas esta por sua vez há de ser compreendida, avaliada e praticada sob a luz da verdade. Deste modo teremos não apenas prestado um serviço à caridade, iluminada pela verdade, mas também contribuído para acreditar a verdade, mostrando o seu poder de autenticação e persuasão na vida social concreta. Fato este que se deve ter bem em conta hoje, num contexto social e cultural que relativiza a verdade, aparecendo muitas vezes negligente senão mesmo refratário à mesma.
5. A caridade é amor recebido e dado; é « graça » (cháris). A sua nascente é o amor fontal do Pai pelo Filho no Espírito Santo. É amor que, pelo Filho, desce sobre nós. É amor criador, pelo qual existimos; amor redentor, pelo qual somos recriados. Amor revelado e vivido por Cristo (cf. Jo 13, 1), é « derramado em nossos corações pelo Espírito Santo » (Rm 5, 5). Destinatários do amor de Deus, os homens são constituídos sujeitos de caridade, chamados a fazerem-se eles mesmos instrumentos da graça, para difundir a caridade de Deus e tecer redes de caridade.
A esta dinâmica de caridade recebida e dada, propõe-se dar resposta a doutrina social da Igreja. Tal doutrina é « caritas in veritate in re sociali », ou seja, proclamação da verdade do amor de Cristo na sociedade; é serviço da caridade, mas na verdade. Esta preserva e exprime a força libertadora da caridade nas vicissitudes sempre novas da história. É ao mesmo tempo verdade da fé e da razão, na distinção e, conjuntamente, sinergia destes dois âmbitos cognitivos. O desenvolvimento, o bem-estar social, uma solução adequada dos graves problemas sócio-econômicos que afligem a humanidade precisam desta verdade. Mais ainda, necessitam que tal verdade seja amada e testemunhada. Sem verdade, sem confiança e amor pelo que é verdadeiro, não há consciência e responsabilidade social, e a atividade social acaba à mercê de interesses privados e lógicas de poder, com efeitos desagregadores na sociedade, sobretudo numa sociedade em vias de globalização que atravessa momentos difíceis como os atuais.

6. « Caritas in veritate » é um princípio à volta do qual gira a doutrina social da Igreja, princípio que ganha forma operativa em critérios orientadores da acção moral.

Introdução da Carta Encíclica "Caritas in Veritate" do Papa Bento XVI – 29 de junho de 2009

Tudo isto é do homem, porque o homem é sujeito da própria existência; e ao mesmo tempo é de Deus, porque Deus está no princípio e no fim de tudo aquilo que tem valor e redime: « quer o mundo, quer a vida, quer a morte, quer o presente, quer o futuro, tudo é vosso; mas vós sois de Cristo, e Cristo é de Deus » (1 Cor 3, 22-23). A ânsia do cristão é que toda a família humana possa invocar a Deus como o « Pai nosso ». Juntamente com o Filho unigênito, possam todos os homens aprender a rezar ao Pai e a pedir-Lhe, com as palavras que o próprio Jesus nos ensinou, para sabê-Lo santificar vivendo segundo a sua vontade, e depois ter o pão necessário para cada dia, a compreensão e a generosidade com quem nos ofendeu, não ser postos à prova além das suas forças e ver-se livres do mal (cf. Mt 6, 9-13).

Da conclusão da Carta Encíclica "Caritas in Veritate" do Papa Bento XVI – 29 de junho de 2009

“Uma comunidade insensível às necessidades dos irmãos e à luta para vencer a injustiça é um contra-testemunho e celebra indignamente a própria liturgia. Não é uma comunidade missionária, empenhada na promoção da vida em plenitude que Jesus veio trazer” (DGAEIB, 178). (TB p.28)

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