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O Ano Nacional Mariano quer celebrar um grande evento de nossa fé e quer resgatar as principais dimensões deste fato tão singelo e surpreendente que foi o encontro de uma imagem partida em dois pedações, em dois lances de rede, em lugares próximos um do outro, pelos três pescadores. O próprio Papa Francisco afirmou:

Primeiro o corpo, depois a cabeça, em seguida a unificação do corpo e cabeça: a unidade. Aquilo que estava quebrado retoma a unidade. O Brasil colonial esteve dividido pelo muro vergonhoso da escravatura. Nossa Senhora Aparecida se apresenta com a face negra, primeiro dividida, mas depois unida, nas mãos dos pescadores. Em Aparecida, logo desde o início, Deus da uma mensagem de recomposição do que está fraturado, de compactação do que está dividido. Muros, abismos, distâncias ainda hoje existentes estão destinados a desaparecer. A Igreja não pode descurar esta lição: ser instrumento de reconciliação”.